Conscientização do Autismo: tem atividade perto de você

“Tecnologias assistivas, participação ativa” é o tema proposto pela ONU para o Dia Mundial deste ano. Democratizar o acesso a tais tecnologias está entre as necessidades

Por Wagner de Alcântara Aragão*(@waasantista) | De Curitiba (PR)

Não só neste terça, 2 de abril, Dia Mundial de Conscientização do Autismo, como durante os próximos dias por todas as partes do planeta diversas atividades vão celebrar a data.

No Brasil, poder público e organizações não governamentais promovem palestras, oficinas, mostras artísticas, entre outros eventos que buscam levar informação e conhecimento, e combater preconceitos, sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA, ou autismo propriamente dito).

Para saber a programação mais perto de você, acesse o site da Prefeitura do seu município, ou busque por alguma organização que atue na assistência aos autistas e apoio a familiares.

O Dia Mundial de Conscientização do Autismo foi instituído em 2007 pela Organização das Nações Unidas (ONU). Anualmente, a ONU propõe um tema para nortear as reflexões.

Desta vez, “tecnologias assistivas, participação ativa” é o tema proposto.

O objetivo é discutir o uso de ferramentas tecnológicas para auxiliar no dia a dia dos autistas – dando-lhes, inclusive, mais autonomia (sobretudo comunicacional).

Democratizar o acesso a essas tecnologias, ou seja, garantir que as famílias mais pobres tenham condições de utilizar as inovações, que custam caro, também deve estar no centro dos debates.

“Para muitas pessoas no espectro do autismo, o acesso a tecnologias assistenciais a preços acessíveis é um pré-requisito para poder exercer seus direitos humanos básicos e participar plenamente da vida de suas comunidades e, assim, contribuir para a realização dos ODS. A tecnologia assistiva pode reduzir ou eliminar as barreiras à sua participação em igualdade com as demais”, diz o texto de lançamento do tema

Imagem em destaque: atividade realizada ano passado, em Porto Alegre. Foto de Autismo e Vida.

*Com informações de Francisco Paiva Junior, editor-chefe da Revista Autismo


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