Itinerância do maior evento de artes do país contempla Santos, Brasília, Fortaleza, Goiânia, Curitiba e Rio de Janeiro
Com informações da Fundação Bienal de São Paulo | De São Paulo (SP)
A Fundação Bienal de São Paulo dá sequência, em abril, às itinerâncias da Bienal de São Paulo, o principal evento expositivo de artes do Brasil.
Desta vez, estão sendo contempladas as cidades de Santos, Brasília, Fortaleza, Goiânia, Curitiba e Rio de Janeiro.
Outras serão incluídas em breve, segundo a Fundação.
“Realizadas desde 2011, as itinerâncias tornaram-se uma extensão fundamental da Bienal de São Paulo, fazendo com que obras e debates apresentados no Pavilhão Ciccillo Matarazzo se reconfigurem em diálogo com contextos locais diversos, ativando novas leituras e relações com públicos fora do eixo expositivo principal. Na 36ª edição, esse movimento ganha novos territórios”, afirma texto de divulgação do evento.
Em Santos, por exemplo, a mostra será realizada na unidade do Sesc na cidade, de 9 de abril a 21 de junho, com entrada gratuita.
“A mostra na unidade do Sesc em Santos reúne nove artistas participantes da 36ª Bienal de São Paulo: Akinbode Akinbiyi, Andrew Roberts, Helena Uambembe, Josèfa Ntjam, Manauara Clandestina, Ming Smith, Moisés Patrício, Rebeca Carapiá e Vilanismo”, lista a organização.
O texto continua: “Com curadoria de Thiago de Paula Souza, cocurador da 36ª Bienal de São Paulo e responsável por essa itinerância, a seleção de obras estabelece um diálogo entre práticas artísticas que investigam memória, território, deslocamento e resistência a partir de múltiplas geografias e histórias”.
Diz ainda que “o conjunto reúne fotografias, vídeos, instalações e esculturas que abordam processos de migração, construção de identidades, violência estrutural e a busca por pertencimento em territórios em transformação. A arquitetura é de Tiago Guimarães”.
A 36ª Bienal de São Paulo, realizada no Pavilhão do Parque Ibirapuera na capital paulista, entre setembro de 2025 e janeiro de 2026, teve como título “Nem todo viandante anda estradas – da humanidade como prática”.
Essa edição da mostra se inspirou no poema enigmático da poeta afro-brasileira Conceição Evaristo, “Da calma e do silêncio”.
“A proposta central [foi a de] repensar a humanidade como verbo, uma prática viva, em um mundo que exige reimaginar as relações, as assimetrias e a escuta como bases de convivência a partir de três fragmentos/eixos curatoriais”, sublinha a organização.
O material de divulgação acrescenta: “A metáfora do estuário – local onde diferentes correntes de água se encontram e criam um espaço de coexistência – guia o projeto curatorial, inspirado nas filosofias, paisagens e mitologias brasileiras. Tal conceito reflete a multiplicidade de encontros que marcaram a história do Brasil e propõe que a humanidade se una e se transforme por meio de uma escuta atenta e da negociação entre seres e mundos distintos”.
Para saber mais sobre cada itinerância (local, período, horários de visitação, sobre entradas) acesse https://36.bienal.org.br/.
Imagem em destaque: vista de Dislocations, de Josèfa Ntjam, durante a 36ª Bienal de São Paulo, obra na itinerância de Santos. Foto: Natt Fejfar / divulgação Fundação Bienal de São Paulo
CONTAMOS COM VOCÊ!
Para nos mantermos e continuarmos a produzir conteúdo útil.
Você pode nos ajudar. Você pode:
> Ser um assinante colaborador, depositando qualquer quantia, com a frequência que for melhor pra você. Nossa conta: Caixa – Agência 1525 Op. 001 Conta Corrente 000022107 (Wagner de Alcântara Aragão, mantenedor da Rede Macuco). Ou pelo pix: redemacuco@protonmail.com
> Ser um anunciante, para expor seu produto, ou serviço que você oferece. A gente faz plano adequado à sua condição financeira, baratinho. Entre em contato pelo whatsapp 13-92000-2399
> Para mais informações sobre qualquer uma das opções, ou se quiser colaborar de outra forma, escreva pra gente: redemacuco@protonmail.com
