Pinacoteca Potiguar, para uma pausa na praia

Equipamento cultural no Centro Histórico de Natal tem agenda de eventos como a mostra Raízes do Imaginário, que mexe com os sentidos humanos


Por Wagner de Alcântara Aragão – waasantista.bsky.social | De Natal (RN)

Visão. Olfato. Audição.

E, com um pouquinho de fantasia, tato e paladar.

É o que propõe a exposição “Reinos do Imaginário”, em cartaz na Pinacoteca Potiguar, no Centro Histórico de Natal.

O equipamento cultural funciona no Palácio Potengi, que foi sede do Governo do Rio Grande do Norte até os anos 1980, e é uma boa pedida para quem quiser da uma pausa de praia – principal atrativo da capital do estado.

Palácio Potengi, sede da Pinacoteca Potiguar. Foto: Wagner de Alcântara Aragão

“Reinos do Imaginário” reúne obras em múltiplas linguagens artísticas – esculturas, pinturas, instalações – do artista potiguar Azol.

As salas são aromatizadas, com cheiros que fazem remissão ao tema de cada setor que compõe a mostra. Também há trilha sonora de fundo, baixinha, mas em volume suficiente para ser percebida – e por ela tocada.

Com pelo menos três sentidos saudavelmente estimulados, não é difícil também imaginar gosto e textura daqueles reinos ali apresentados.

A exposição, segundo material de divulgação da Pinacoteca Potiguar, “inaugura uma fase marcada pela expansão de técnicas, linguagens e narrativas sobre o sertão contemporâneo”.

Diz ainda o texto: “A mostra apresenta quatro módulos – os ‘reinos’ – que combinam pintura, escultura, objetos e instalações com aromas, cores e trilhas sonoras próprias, convidando o público a percorrer um sertão reinventado, entre misticismo, memórias e paisagens afetivas”.

Exposição “Reinos do Imaginário”. Foto: Wagner de Alcântara Aragão

De acordo com o Blog do Lamon, “Reinos do Imaginário” é sucesso de público.

Até a última semana de janeiro, a mostra recebeu mais de 3,2 mil visitantes.

Por isso, a mostra está sendo estendida, até 22 de fevereiro, informa o veículo.

A entrada é gratuita.

“A produção foi realizada ao longo de três anos de pesquisa, entre viagens que somam mais de 3,5 mil quilômetros pelos estados da Bahia, Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte; passando pelas cidades de Canudos (BA), São José do Belmonte (PE), onde está localizado o ponto de peregrinação da Pedra do Reino que inspirou Ariano Suassuna, e o Cariri cearense”, descreve o jornalista Lamonier Araújo, autor do blog.

A exposição Reinos do Imaginário conta com apoio institucional do Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult) e da Fundação José Augusto (FJA), que administram o Palácio Potengi, onde está instalada a Pinacoteca do Estado.

Mais informações em @pinacotecapotiguar.


Imagem em destaque: entrada da exposição “Reinos do Imaginário”, na Pinacoteca Potiguar. Foto: Wagner de Alcântara Aragão


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