Lutas e esperanças para 2022

Ano de Copa do Mundo e de eleições no Brasil. Antes, a mobilização para a vacinação das crianças contra a covid-19. Segue o combate à fome e o empenho para recuperar a democracia brasileira, destruída pós golpe de 2016


Da Rede Macuco | De Curitiba (PR) e Santos (SP)

Há episódios de 2021 que precisam de ser cobrados em 2022. Listamos alguns, aqui.

Tivemos, também, gestos que nos inspiram para o ano novo – e por toda a vida.

E há acontecimentos previstos para 2022 que motivam luta e renovam as esperanças.

Por exemplo, a vacinação de crianças contra a covid-19. Particularmente no Brasil, exigirá da sociedade comprometida com o coletivo muita mobilização para forçarmos o anti-governo a iniciar logo a imunização.

É ano também de Copa do Mundo, no Qatar. Lá no finalzinho, em dezembro.

Será que conquistamos o hexa?

Lá para o final teremos eleições também.

Que, nestes primeiros meses nos preparemos para o pleito, formando uma ampla frente. Frente ampla que aglutine as forças democráticas, de diferentes espectros, mas que se reúnam em torno de bandeiras elementares.

Precisamos exigir dessa frente compromisso com:

– Recuperação dos direitos trabalhistas, retirados depois do golpe de 2016
– Recuperação dos direitos previdenciários, retirados depois do golpe de 2016
– Implantação de um programa de renda básica cidadã, nos moldes do bolsa família, destruído pelo atual anti-governo
– Revalorização dos direitos humanos, deterioridados pela ideologia lavajatista que culminou com o atual anti-governo
– Retomada de programas sociais, de habitação, saneamento, inclusão no ensino superior, desmantelados pós golpe de 2016, e destruídos pelo atual anti-governo
– Fim do falso “teto de gastos”, que trava investimentos e, portanto, impede o desenvolvimento econômico e social (só favorece o mercado financeiro)
– Fim da ofensiva contra o meio ambiente, a cultura, a ciência e a agricultura familiar, resgatando políticas públicas nessas áreas
– Recomposição dos pilares elementares da democracia

Para isso, prioridade absoluta nas eleições para Câmara dos Deputados, Senado e Assembleias Legislativas. Urgem parlamentares comprometidos com direitos humanos, civismo, e com as classes populares.

Em tempo: o processo eleitoral, incluindo pós resultado, tende a ser tumultuado pela ideologia bolsolavajatista.

O ano começa com a pandemia de covid-19 ainda em curso.

Então faz parte da luta a manutenção de medidas fundamentais de prevenção e combate.

E de um volta às aulas seguro, reinserindo crianças e adolescentes no sistema, com amparo aos de classes socioeconômicas mais vulneráveis.

Igualmente, imprescindíveis as ações de solidariedade no combate à fome, como as promovidas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST).

E o incansável trabalho do padre Júlio Lancelotti, voltado à população de rua de São Paulo (acompanhe aqui)

Certamente há lutas mais, não é mesmo?

E, também, motivos para esperança.

Pode acrescentar aqui nos comentários… Contribuições são bem-vindas.


Imagem em destaque: trabalhadores do MST fazem ceia solidária em Maceió. Foto: L. Ângelo/MST Alagoas




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