O Centro Cultural Banco do Nordeste e o acesso democrático à arte

As três unidades – Fortaleza e Cariri, no Ceará, e Souza, na Paraíba – contam com ampla programação, aberta ao público em geral e com entrada gratuita

Por Wagner de Alcântara Aragão (@waasantista) | De Curitiba (PR)

O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) é um banco público, criado há 66 anos, no governo Getúlio Vargas. Além de ser um banco regional de desenvolvimento – isto é, que oferece serviços como linhas de crédito para a geração de emprego e renda para empreendedores locais – a instituição tem se destacado por estimular o acesso à arte.

Por meio de três unidades, o Centro Cultural Banco do Nordeste do Brasil (CCBNB) oferece ao longo do ano ampla programação em cinema, artes visuais, artes cênicas, música, e outras expressões, com acesso livre e gratuito.

São exposições, mostras, oficinas, exibições de filmes, apresentações musicais, bate-papos, entre outros tipos de manifestações.

As unidades do Centro Cultural Banco do Nordeste ficam em Fortaleza, atendendo a capital cearense e entorno; em Juazeiro do Norte, ainda no Ceará, com atuação no Sertão do Cariri. E a terceira fica em Souza, na Paraíba, contemplando o Alto Sertão Paraibano.

O Centro Cultural Banco do Nordeste em Fortaleza, por sinal, completa 20 anos agora em 2018 – foi inaugurado em julho de 1998.

As outras duas são da primeira década dos anos 2000 (Cariri, 2006, Souza, 2007), durante o Governo Lula – período em que o Banco do Nordeste foi revigorado, passando a estar mais presente nas diversas realidades nordestinas, e a diversificar as frentes de atuação.

Esse apoio às artes feito pelo Banco do Nordeste é destacada pelo gerente do Centro Cultural de Souza, Murilo Albuquerque Custódio, como fundamental para a promoção do desenvolvimento regional.

“O CCBNB tem se firmado no cenário cultural Nordestino como um espaço onde é permitido experimentar a diversidade de conceitos, estilos e suportes, oferecidos em sua programação. Isto significa trabalhar cada programa relacionando-o a um contexto mais amplo, estabelecendo pontes entre saberes e transformando-se em um lugar de encontro dos vários públicos para usufruir e refletir sobre arte e cultura”, declara, em texto oficial.

Imagem em destaque: a unidade do CCBNB em Souza. Foto: divulgação


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